Programa de Apoio e Tutoria Online (PATO)

O Programa de Apoio e Tutoria Online é um projecto que visa a criação de um serviço de apoio pedagógico online para alunos do ensino secundário.  O projecto inclui sessões síncronas de apoio pedagógico, sustentadas por software de web conferência e actividades assíncronas através de ferramentas incluídas em portal criado para o efeito.
Esta apresentação foi utilizada na inauguração do Centro Tecnológico em Educação e resume os principais aspectos do projecto.
Espero apresentar algumas novidades em breve.

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O “Sexto Sentido”

Depois de ver este video no escola 2.0, fiquei tão entusiasmado com este “sexto sentido” que não poderia deixar de divulgá-lo aqui.

Mais sobre tecnologias e educação

No seguimento do post anterior, aqui fica mais um vídeo sobre a utilização das tecnologias em educação. Desta vez um vídeo publicitário da Univesidade de Kaplan.

Pay Attention

Um vídeo que pretende motivar os professores para o uso das tecnologias nas suas práticas lectivas. Fica aqui uma pequena ajuda para a causa. 🙂

Aula 2.0, Versão Beta – Ferramentas web 2.0 no ensino

Este foi o tema da apresentação que levei ao eLearnig Day 08, do CITEVE, em Famalicão. Como referi no post anterior, a ideia era partilhar um pouco do que tenho feito, sem pretensões de apresentar modelos, mas apenas experiências. A utilização deste tipo de ferramentas nas aulas das minhas disciplinas iniciou-se no ano anterior e continuou neste ano. A experiência realizada no ano passado, permitiu-me definir um plano de actuação mais coordenado para o presente ano lectivo (ver esquema nos slides). Centrei a actividade principal numa comunidade a que chamámos “B de Biologia”, no Ning, substituindo os blogues de grupos do ano anterior. A comunidade passou a ser o espaço fundamental de interacção entre os diferentes membros da turma (e, eventualmente, de fora dela). Para já parece estar tudo a correr como planeado. A comunidade tem-se revelado dinâmica com as diferentes formas de comunicação que se foram estabelecendo e com a incorporação dos trabalhos realizados noutras ferramentas, partilhando-os com toda a comunidade.

Slides da apresentação:

Voltemos à comunicação no eLearning Day e à sua explicação. Para passar a “mensagem” de uma forma mais agradável criei uma metáfora em que a “aula 2.0, versão beta” vinha dentro de uma pequena caixa “mágica”. Para perceber esta metáfora é fundamental visualizar o vídeo feito pelos meus alunos que incluo neste post mas ao qual vou dedicar um outro post.
Na parte inicial da apresentação procurei enquadrar e justificar a utilização das ferramentas Web 2.0 nas aulas das minhas disciplinas. Posteriormente apresentei um esquema da organização da “aula 2.0” que penso transmitir, de forma fácil, a estratégia global de actuação, e passei, então, às fichas da nossa caixa que correspondiam a exemplos de actividades realizadas. Aqui optei separá-las por actividades e não por ferramentas, visto que deverá ser a definição das actividades a condicionar as ferramentas a seleccionar (o que não exclui a possibilidade e/ou necessidade de haver, também, uma adequação das primeiras às segundas).
Depois de apresentados os exemplos, o vídeo apresenta o olhar dos alunos sobre a “aula 2.0”.
Algumas considerações minhas, resultantes da minha observação do trabalho deles e não de uma avaliação formal (a realizar no final do ano lectivo) , constituem o “meu olhar”.
Por último explico o porquê da versão beta, concluindo que talvez ainda se trate de uma versão alfa. 🙂

O vídeo:

Nota: Já me esquecia de referir que a música do vídeo é original e foi composta pelo André. 🙂

Participação no TIME

No passado dia 11 de Setembro apresentei uma comunicação no encontro “Tecnologias Interactivas Multimédia em Educação” (Time), organizado pelo Centro de Competências Entre Mar e Serra (CCEMS). Inicialmente fiquei um pouco apreensivo com o convite do CCEMS. Questionei-me sobre o que poderia falar com interesse sobre os quadros interactivos multimédia (QIM). Os aspectos teóricos relacionados com o seu funcionamento e utilização, para além de me parecerem pouco relevantes para o contexto, não constituem um ambiente onde me possa “movimentar” com segurança. Depois de me explicarem que o encontro se destinava, essencialmente, à partilha de experiências na utilização dos quadros, fiquei mais descansado e comecei a pensar na forma como poderia partilhar a minha experiência em sala de aula.

Tendo como pressuposto que era mais importante a forma de utilização do quadro interactivo, do que os materiais utilizados, e fazendo uma retrospectiva das actividades realizadas, optei por classificá-las em duas tipologias: a utilização do quadro fazendo uso de recursos produzidos no seu próprio software e a utilização mais “livre” em que o quadro serve para manipular qualquer tipo de material digital disponível no computador. Antes de caracterizar estas duas tipologias, procurei justificar a necessidade absoluta de um suporte visual forte na disciplina de Biologia e como esta necessidade pode ser transformada num proveito pedagógico com a interacção que resulta da utilização dos quadros.

Quem quiser espreitar a apresentação…

Did you know?

Tomei contacto, pela primeira vez, com uma versão deste vídeo  na conferência “eLearning Lisboa” no ano passado. Como me agradou bastante, ao revê-lo decidi trazê-lo aqui esperando que possa contribuir para uma pequena reflexão…